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Ministra Izabella Teixeira abriu o V Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental

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Por Ana Carolina Amaral*

Na abertura do V CBJA, ministra do meio ambiente traz os processos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

A agenda dos Objetivos do Desenvolvimentos Sustentável (ODS), que deve substituir os Objetivos do Milênio após 2015, “deve ter um passo a passo motivado pela sociedade”. Quem aposta é a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira. Na abertura do V CBJA – Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, que vai até sábado, em Brasília –, ela responsabilizou os desdobramentos dos resultados da Rio+20 à forte atuação da sociedade civil organizada, que apelidou de “green bloc”.

Para a ministra, a Rio+20 carrega “uma conquista e uma armadilha” ao ampliar a pauta da sustentabilidade para além dos ambientalistas. Ela destaca que os ODS convocam diversos atores para participar do processo, “com forte compromisso social para erradicação da pobreza, esclarecimento do papel do setor privado, agenda de financiamento e participação social”.

Nesse cenário, Izabella defende que a mídia seja um dos atores do processo. “Não uma mídia que cobre e faz entrevista lá fora; mas uma que influencia, constrói e avalia os processos”, define. Sem explorar sua atuação à frente da pasta ambiental, Izabella disse apenas que está “abrindo espaço para a mídia no Ministério, para capacitação e interlocução”.

Para começo de conversa

Também participaram da mesa de abertura do V CBJA que está ocorrendo em Brasília (ver http://www.jornalismoambiental.org.br) Luís Maranhão, subsecretário de meio ambiente do Distrito Federal; Wanderlei Pozzembom, do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal; Roberto Villar, membro fundador da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental; Beth Fernandes, coordenadora do comitê organizador do CBJA e Carlos Alberto da Cruz Junior, representante da UNICEUB, que sedia o evento.

Pozzembom lamentou a ausência do tema ambiental na política sindical brasileira e propôs criar um núcleo de jornalismo ambiental no sindicato. Já Villar aproveitou a abertura para destacar a importância do evento, justamente um mês depois de o MEC ter aprovado as novas diretrizes curriculares do curso de Jornalismo. “As universidades estão pensando agora ‘que jornalistas queremos criar?’ e já incluem o termo desenvolvimento sustentável entre os compromissos da profissão”.

*Ana Carolina Amaral é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista. Colunista de sustentabilidade, foi repórter de TV e de portais online, cobriu conferências internacionais como a C-40 e a Rio+20 e fez assessoria política e de 3o Setor. Atua há 12 anos em movimentos socioambientais e é moderadora da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental.

Fonte: http://www.jornalismoambiental.org.br

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Autor: Redação

Jornalista, Porto Alegre, RS Brasil.

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