Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo

Notícias e conteúdos sobre a prática do jornalismo na área de meio ambiente no Brasil e no Mundo


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Publico.pt diz que ‘Ser jornalista de ambiente já é quase tão perigoso como ser repórter de guerra’

Captura de Tela 2019-06-18 às 14.21.17O jornal-web Publico.pt divulgou nesta segunda-feira (17/6/2019) matéria não assinada sobre o trabalho do jornalista na cobertura de questões ambientais. O trabalho chega a conclusão que ‘ser jornalista de ambiente já é quase tão perigoso como ser repórter de guerra’.

Público é um jornal diário de grande informação, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica, diz o próprio.


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Artigo: O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados, de Roberto Villar

OCaptura de Tela 2019-06-17 às 20.35.55.png jornalista, doutorando em Comunicação e professor na UNIRITTER, em Porto Alegre, RS,  Roberto Villar Belmonte , acaba de publicar o artigo ‘O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados’ no site que reúne colaborações de pesquisadores sobre o tema. O site do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental tem publicado interessantíssimos trabalhos sobre o dia-a-dia da imprensa quando trata de temas relacionados com questões ambientais.  Ver em jornalismoemeioambiente.com.

Nem sempre deve-se ouvir os dois lados, afirma o professor em seu texto.

Citando escrito do jornalista André Trigueiro, Villa afirma que “Em um programa sério sobre crise climática, não é possível abrir espaço para os negacionistas, defende acertadamente Trigueiro, que também é professor de jornalismo ambiental na PUC- Rio. Os negacionistas são animadores de plateia pagos para desinformar, como mostrou reportagem de Patrícia Mello e Avener Prado em um dos capítulos do especial Crise do Clima publicado em 2018 pela FSP.”


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Anunciada a realização do VII Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental

Captura de Tela 2019-06-15 às 19.48.39.pngReserve a data: o VII Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental / CBJA 2019 será em São Paulo nos dias 9 e 10 de agosto de 2019. Agende-se desde já. Será uma grande oportunidade de encontrar de forma presencial os jornalistas que trabalham com as pautas ambientais em um ano que apresenta grandes desafios para a prática do jornalismo e para as políticas públicas em meio ambiente.

O evento é uma realização da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e Instituto Envolverde e vai acontecer com o apoio da Unibes Cultural, um importante ponto de cultura e sustentabilidade.

Programação – A organização está trabalhando para construir uma programação de alta relevância para o momento atual. Serão disponibilizados horários para a realização de Rodas de Conversa sobre os mais diversos temas e uma equipe de curadores irá selecionar propostas para essas Rodas.

Mais detalhes nos próximos dias.


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Artigo: Patrícia Kolling analisa jornalismo e as questões culturais indígenas

A doutoranda em Comunicação pela UFRGS, Patrícia Kolling, também professora da UFMT, publicou nota no Observatório de Jornalismo Ambiental / Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental analisando duas matérias sobre a cultura indígena. Uma publicada no G1, na semana passada, Índios usam tablets, celulares e drones para monitorar castanhais e mapear áreas de coleta em MT e a outra publicada no El PaísPor que os indígenas são a chave para proteger a biodiversidade planetária .

 


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Jornalismo com posições

Captura de Tela 2019-05-17 às 15.37.25.png

Débora Gallas/ perfil no Facebook

O Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental acaba de publicar mais um artigo em sua página – Débora  Gallas Steigleder divulgou o artigo: Por que o jornalismo deve se posicionar diante da ameaça à vegetação nativa no Brasil na página do grupo. Trata-se de parte do projeto Observatório de Jornalismo Ambiental.

Débora é jornalista e doutoranda em Comunicação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Recebe bolsa do CAPES.

Para a articulista, abordando o ‘fazer jornalismo’, “a fonte especialista tem autoridade a partir do seu saber científico, mas diversos outros atores sociais também podem argumentar contra a proposta a partir de seus saberes”.