Jornalismo Ambiental no Brasil e no Mundo

Notícias e conteúdos sobre a prática do jornalismo na área de meio ambiente no Brasil e no Mundo


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Artigo: O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados, de Roberto Villar

OCaptura de Tela 2019-06-17 às 20.35.55.png jornalista, doutorando em Comunicação e professor na UNIRITTER, em Porto Alegre, RS,  Roberto Villar Belmonte , acaba de publicar o artigo ‘O jornalismo ambiental e a regra de ouvir os dois lados’ no site que reúne colaborações de pesquisadores sobre o tema. O site do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental tem publicado interessantíssimos trabalhos sobre o dia-a-dia da imprensa quando trata de temas relacionados com questões ambientais.  Ver em jornalismoemeioambiente.com.

Nem sempre deve-se ouvir os dois lados, afirma o professor em seu texto.

Citando escrito do jornalista André Trigueiro, Villa afirma que “Em um programa sério sobre crise climática, não é possível abrir espaço para os negacionistas, defende acertadamente Trigueiro, que também é professor de jornalismo ambiental na PUC- Rio. Os negacionistas são animadores de plateia pagos para desinformar, como mostrou reportagem de Patrícia Mello e Avener Prado em um dos capítulos do especial Crise do Clima publicado em 2018 pela FSP.”


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Artigo: Patrícia Kolling analisa jornalismo e as questões culturais indígenas

A doutoranda em Comunicação pela UFRGS, Patrícia Kolling, também professora da UFMT, publicou nota no Observatório de Jornalismo Ambiental / Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental analisando duas matérias sobre a cultura indígena. Uma publicada no G1, na semana passada, Índios usam tablets, celulares e drones para monitorar castanhais e mapear áreas de coleta em MT e a outra publicada no El PaísPor que os indígenas são a chave para proteger a biodiversidade planetária .

 


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Jornalismo com posições

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Débora Gallas/ perfil no Facebook

O Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental acaba de publicar mais um artigo em sua página – Débora  Gallas Steigleder divulgou o artigo: Por que o jornalismo deve se posicionar diante da ameaça à vegetação nativa no Brasil na página do grupo. Trata-se de parte do projeto Observatório de Jornalismo Ambiental.

Débora é jornalista e doutoranda em Comunicação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Recebe bolsa do CAPES.

Para a articulista, abordando o ‘fazer jornalismo’, “a fonte especialista tem autoridade a partir do seu saber científico, mas diversos outros atores sociais também podem argumentar contra a proposta a partir de seus saberes”.


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Liana John estará no IV Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

Captura de Tela 2018-09-18 às 22.11.12Liana John é conhecida jornalista brasileira e fotógrafa. Há 40 anos faz reportagens, escreve e edita publicações, principalmente sobre meio ambiente, mudanças climáticas e sustentabilidade. Desde 2010 ministra aulas de Comunicação e Meio Ambiente no Mestrado Profissional em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, na Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade do Instituto de Pesquisas Ecológicas, IPÊ.

Jornalista profissional desde 1977 e jornalista ambiental desde 1983. Liana John edita a revista Ciência Pantanal, escreve no site Conexão Planeta e foi blogueira no portal Planeta Sustentável (2010 a 2015. Também foi colaboradora do site e da revista National Geographic Brasil (2010 a 2015) e participou ativamente do evento Agrisustenta, realizado pela Editora Abril na ESALQ/USP e resumido no livro eletrônico Agrisustenta 2014, a Revolução tropical no Campo.

É sócia e editora executiva da Camirim Editorial e coautora dos livros Food and Wisdom: sustaining our future by harvesting biodiversity (2013); O Valor da Água (2011) e Jaguar, o rei das Américas (2010), além das cartilhas de educação ambiental Dê passagem para a Vida (2014), Tem Tatu na Toca (2014) e Minha Amiga é uma Anta (2011).


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Aberto o recebimento de trabalhos para o IV Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental

Captura de Tela 2018-04-23 às 21.45.38.pngA quarta edição do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental(ENPJA) será nos dias 27 e 28 de setembro de 2018 na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. Neste ano o evento contará, além das já tradicionais sessões de apresentação de trabalhos orientados para o Jornalismo Ambiental, programação voltada para a reflexão e debate do Jornalismo e Mudanças Climáticas, uma das questões ambientais mais atuais e urgentes do nosso tempo.

Além de ser uma edição temática, a edição de 2018 traz outra novidade: a inclusão da relatoria nas sessões de Comunicações Livres. A proposta busca qualificar ainda mais a discussão do tema.

O IV ENPJA possui uma categoria de Iniciação Científica, dedicada à formação de jovens pesquisadores, e uma de Comunicações Livres. Os trabalhos científicos podem ser enviados até dia 9 de julho, segundo as orientações do template, para o e-mail: enpja@jornalismoemeioambiente.com . Para mais informações sobre a chamada de trabalhos, confira a aba “Normas”.

Mais informações em


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Artigo de Roberto Villar apresenta tentativa de descrever a história do jornalismo ambiental brasileiro

Captura de Tela 2018-01-02 às 22.00.51O jornalista e professor de jornalismo ambiental Roberto Villar Belmonte publicou em 29/12/2017, na Revista Brasileira de História da Mídia, o artigo  Uma breve história do jornalismo ambiental brasileiro.

O resumo do texto, pelo autor, é o seguinte:  Este artigo apresenta uma tentativa de descrever a história do jornalismo ambiental brasileiro por meio de revisão bibliográfica. Sua origem é localizada no jornalismo científico de resistência praticado durante o Governo Militar. Graças à realização no Brasil, em 1992, da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ele se consolida como especialização temática. Trata-se de um jornalismo engajado que busca mobilizar a sociedade. Mostrar os problemas, com causas e consequências, e as soluções possíveis é o compromisso que orienta os profissionais da área. Palavras-chave: Jornalismo ambiental. Jornalismo especializado. História do jornalismo 

 


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Eloise Beling Loose recebe prêmio da CAPES pela melhor Tese em 2017 na área de Ciências Ambientais discutindo a qualidade da cobertura jornalística das mudanças climáticas

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 A Edição 2017 do Prêmio Capes de Tese anunciou como vencedor da área de Ciências Ambientais o trabalho “Riscos climáticos no circuito da notícia local: Comunicação e Governança”, da pesquisadora Eloisa Beling Loose. A tese foi defendida em 2016 no Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFPR (Made).
Eloise possui graduação em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (2007), mestrado em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010) e doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (2016).
Durante a pesquisa, Loose acompanhou a produção de pautas sobre Meio Ambiente em um dos principais jornais paranaenses. Segundo a pesquisadora, que também é jornalista, o estudo verificou que o enfoque da cobertura privilegia as grandes catástrofes e os efeitos globais das mudanças climáticas, especialmente os materiais prontos produzidos em agências de notícias internacionais. Continuar a ler